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Iluminar Sempre

Hoje vamos falar um pouco sobre iluminação. Isso porque muitas pessoas esquecem ou não sabem o quanto ela é importante e pode valorizar ainda mais a decoração. Uma iluminação bem distribuída e pensada além trazer economia na conta no fim do mês ajuda a deixar a casa ou sua empresa mais bonita e agradável. Use – a ao seu favor e veja como é fácil!

Para escolher o tipo de iluminação adequada, vamos depender de dois fatores fundamentais: O primeiro é referente o preparo do teto. Em geral, quando compramos uma casa, um apartamento ou até mesmo um comércio os mesmos são entregues “direto na laje”, ou seja, sem rebaixo de gesso. Assim os pontos de iluminação já estão pré-definidos e nem sempre de acordo com aquilo que realmente necessitamos. Nestes casos é muito difícil encontrar um eletricista que esteja disposto a “rasgar” a laje (o que acaba saindo muito caro) e mesmo assim quando encontramos, nem sempre a estrutura da mesma permite que estes rasgos sejam feitos e possamos distribuir a iluminação da maneira correta.

Se este for seu caso e não for possível mudar e nem aumentar os pontos de energia, opte pela iluminação com spot. Este pode ser unitário, duplo, triplo ou até mesmo uma régua com maior quantidade de spots. Temos no mercado alguns designs interessantes o que faz com que a iluminação fique moderna sem perder a elegância. É possível ainda usar lâmpadas do tipo led que fornecem uma luz muito bonita e ainda é possível escolher o ângulo do facho de luz.

Mas se no seu caso o teto é todo ou parcialmente rebaixado já se torna mais fácil fazer uma iluminação estudada e realmente direcionada – desde que o quadro de energia também esteja de acordo. O profissional capacitado deverá passar e distribuir a fiação acima do gesso, passando por dentro de conduíte para que os fios fiquem protegidos. Observe se estão sendo usadas três cores padrões para casa toda: um fase, um neutro e um terra.

É muito comum vermos por aí pessoas que fazem sancas ao redor da sala, enchem de lâmpadas e depois colocar um ou outro ponto de teto no meio dela. Isso não vale á pena. Ao invés de distribuir corretamente a iluminação pelo ambiente como um todo, acaba-se tendo o efeito que chamamos de “pontos de sombra” ou “ponto negro” e isso é muito comum já que temos todo o contorno do ambiente iluminado e a parte central com pouca iluminação. Gasta – se maior quantidade de embutidos - o que é necessário para que o ambiente não fique muito escuro - e conseqüentemente o gasto de energia se torna muito maior.

Para fazer uma iluminação personalizada devemos inicialmente avaliar o layout, ou seja, a disposição do mobiliário no local onde iremos propor a iluminação. Deve – se escolher as paredes que serão privilegiadas com algum quadro, ou gravura ou escultura, pois os mesmo deverão sempre receber iluminação. No caso de sofás e poltronas nunca colocar ponto de iluminação exatamente sobre o assento porque isso acaba ofuscando quem está sentado. É importante também atentar ao fato de que essas iluminações embutidas, normalmente oferecem lâmpadas que esquentam e isso pode gerar um leve desconforto para quem está abaixo delas por isso devem ser dispostas de maneira estratégica.

As lâmpadas mais usadas atualmente são as de led. Com elas, você consegue uma economia importante de energia e sua durabilidade pode chegar até 7 anos!

Ainda existe procura para as AR70 que vão muito bem em mesas de centro, esculturas de chão, sobre a bandeja de uma mesa bar, por exemplo, ela oferece uma iluminação de ângulo mais fechado, justamente por isso serve para iluminar apenas onde está sendo focada.

Já quando temos um pé direito muito alto a AR111 vai muito bem. Procure optar – apesar de ser um pouco mais cara – pelos embutidos direcionáveis, para ter flexibilidade de justamente direcionar a luz para onde quiser e não ficar tão refém dos pontos de teto em função do layout.

Não podemos esquecer ainda das iluminações apenas decorativas que dão um verdadeiro charme na decoração. Estas são embutidas em espelhos, estantes, painéis, prateleiras e não tem a função de iluminar, mas apenas de dar um toque intimista e aconchegante valorizando a peça na qual faz parte do contexto. São as chamadas fitas de led, xenons e T5.

O velho neon caiu no esquecimento e por enquanto não há muito espaço para ele nas decorações atuais, justamente por dar uma luz mais fria e a luz colorida, a não ser que seja por um motivo muito específico e em um ambiente em especial, não é muito indicada na decoração em geral. Não esqueça de prever – e isso é muito comum - o ponto de energia para ligar essa iluminação antes de instalar a marcenaria ou espelho, ou painel e definir onde será esse acendimento.

O toque final desse jogo de iluminação vem com as que chamamos de indiretas. Quem cumpre impecavelmente esse papel são os abajures ou luminárias de chão. Estes podem ainda ser para leitura (aqueles que tem a lâmpada direcionada para baixo e normalmente um fechamento na parte superior da cúpula para que não dissipe a luz) ou apenas indiretas que são as convencionais. Estas peças são tanto decorativas quanto tem a função de dar um toque de aconchego ao ambiente e ajudam a iluminar.

E não para por aí... Temos uma variedade de iluminação para valorizar piscina – onde a mais usada é a fibra óptica que permite inclusive escolher a tonalidade da luz - e de jardins e varandas que podem ser usadas luzes convencionais ou no tom âmbar (um tom levemente alaranjado). O mais comum nesses casos são os espetos que podem ser fincados nos cachepots ou na própria terra para iluminar folhagens baixas ou até árvores. Seja qual for o tipo de teto e o tipo de iluminação que você pretende fazer, lembre – se que quando ela é bem dimensionada faz com que tudo realce e seja valorizado além da economia de energia onde todos saem ganhando!


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